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Aluguel de TI

Cobertura em locação

Locação de Wi-Fi corporativo

Access points posicionados a partir de um estudo de cobertura, redes separadas por função e gestão contínua do ambiente — para escritórios, hotéis e lojas onde sinal fraco custa dinheiro.

No escopo deste contrato Mensal

O que é entregue

  • Access points indoor e outdoor — quantidade e posição definidas pelo estudo de cobertura Incluso
  • Gestão centralizada — controladora e administração das redes dentro do contrato Incluso
  • Switches PoE e uplink — alimentação e caminho de rede dos APs previstos no projeto Incluso
  • Ajuste contínuo de cobertura — acompanhamento, revisão de canais e atendimento durante o contrato Incluso

Escopo fechado por projeto: a lista final, os prazos de atendimento e as condições de renovação ficam descritos no contrato antes da assinatura.

O problema

O que está em jogo

Os três cenários que mais aparecem quando uma empresa nos procura para este tipo de projeto.

Sinal bom só perto do roteador

Roteador doméstico atendendo empresa: cobertura por sorte, queda na sala de reunião e visitante navegando na mesma rede em que estão os servidores.

Wi-Fi que aparece na avaliação

Em hotel e pousada, internet ruim vira comentário público e nota baixa. O hóspede releva o café da manhã; a conexão, não.

Expansão que vira projeto de capital

Cada andar, loja ou unidade nova exige comprar access point, switch PoE e licença — investimento aprovado a conta-gotas enquanto a cobertura fica pela metade.

Wi-Fi corporativo é a infraestrutura em que a diferença entre “funciona” e “funciona bem” é mais visível para quem não é técnico. Ninguém elogia uma rede boa; todo mundo comenta uma rede ruim. E como o sintoma aparece longe da causa — o cliente reclama no atendimento, o funcionário reclama na reunião, o hóspede reclama na avaliação — o problema costuma ser tratado com paliativo: mais um repetidor, um roteador mais caro, um cabo puxado às pressas.

Por que a quantidade de pontos não se resolve por metro quadrado

A pergunta que mais recebemos é quantos access points são necessários. A resposta honesta é que depende de coisas que só aparecem no levantamento.

Depende da planta e dos materiais: drywall, alvenaria, laje e espelho se comportam de formas completamente diferentes com o sinal. Depende da densidade de uso: vinte pessoas espalhadas por um andar exigem um projeto; vinte pessoas sentadas na mesma sala de treinamento exigem outro. E depende do que essas pessoas fazem — videoconferência, leitor de código de barras, câmera IP e telefone sobre Wi-Fi impõem requisitos distintos de banda e de estabilidade.

Por isso o estudo de cobertura vem antes de qualquer número. Cotar quantidade sem ver o ambiente é o que produz aquele projeto em que sobra sinal no corredor e falta na sala em que a equipe realmente trabalha.

Separar redes é decisão de segurança, não de conforto

Um ponto que costuma passar batido: quando visitante, funcionário e dispositivo dividem a mesma rede, qualquer aparelho comprometido enxerga tudo o que está ali dentro — o servidor de arquivos, a impressora, a câmera, o sistema de ponto.

Nos projetos que entregamos, a segmentação é padrão. A rede corporativa fica isolada da rede de visitantes, e os dispositivos — câmeras, controladores, equipamentos de automação — ficam em uma terceira faixa, sem trânsito livre entre elas. Quando a operação precisa saber quem conectou e quando, entra portal de acesso com o método de identificação adequado ao seu caso.

Onde o modelo de locação faz mais diferença

A cobertura sem fio é o tipo de infraestrutura que muda junto com o negócio. A empresa ocupa mais um andar, o hotel abre uma área externa, a loja monta um estoque nos fundos, a alta temporada dobra a ocupação. Comprando, cada uma dessas mudanças é um novo pedido de compra: equipamento, switch para alimentar, licença, instalação — aprovado em um ritmo que raramente acompanha a necessidade.

Em locação, ampliar cobertura é um aditivo de escopo com a mensalidade recalculada. O equipamento adicional sai do fornecedor, entra configurado e integrado ao que já existe, e o parque inteiro continua sob o mesmo contrato e a mesma gestão. É a diferença entre crescer a rede e remendar a rede.

Nossa base técnica fica em Florianópolis, no bairro Coqueiros, e o mesmo time que faz o estudo de cobertura instala e acompanha depois. Peça o levantamento: a partir dele montamos a proposta com escopo, prazos e mensalidade por escrito.

Por que este modelo

O que muda na prática

Cobertura projetada

Posicionamento definido a partir da planta, dos materiais do prédio e da densidade real de pessoas e dispositivos — não por tentativa e erro.

Redes separadas por função

Corporativa, visitantes e dispositivos em VLANs isoladas, com portal de acesso quando a operação exige identificação de quem conecta.

Crescer sem novo investimento

Alta temporada, evento, andar novo: access points entram por aditivo na mensalidade, sem abrir um projeto de compra a cada expansão.

Como funciona

Do primeiro contato à entrega

  1. Estudo de cobertura

    Analisamos planta, materiais construtivos e densidade de uso por ambiente antes de definir qualquer quantidade.

  2. Proposta com escopo aberto

    Quantidade de pontos, equipamentos de apoio, o que entra na mensalidade e as condições de expansão.

  3. Instalação e ativação

    Fixação, energização PoE e configuração das redes, VLANs e portal de visitantes.

  4. Gestão contínua

    Acompanhamento do ambiente, ajuste de canais e potência conforme o uso real muda.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Quantos access points a minha empresa precisa?

Não dá para responder por metro quadrado, e desconfie de quem responde. A conta depende da planta, do material das paredes, de quantas pessoas e dispositivos se conectam ao mesmo tempo e do que eles fazem — videoconferência e leitor de código de barras exigem coisas diferentes. Por isso o estudo de cobertura vem antes da proposta.

Dá para separar a rede dos visitantes da rede da empresa?

Sim, e é o padrão dos nossos projetos. Visitantes ficam em VLAN isolada, sem enxergar servidores, impressoras ou câmeras. Quando a operação exige identificar quem conectou — hotel, coworking, clínica — configuramos portal de acesso com o método de autenticação que fizer sentido para o seu caso.

Funciona para hotel e pousada?

É um dos cenários em que o modelo mais se encaixa, porque a ocupação varia muito ao longo do ano e a cobertura precisa alcançar quarto, área comum e área externa. Em locação você ajusta a quantidade de pontos conforme a operação muda, em vez de dimensionar para o pico e deixar equipamento ocioso na baixa temporada.

E se um access point parar de funcionar?

O equipamento é nosso, então a substituição faz parte do serviço, sem nova cobrança de hardware. O prazo de atendimento é definido em contrato conforme a criticidade do ambiente e a distância até a nossa base em Florianópolis — num hotel em alta temporada ele não é o mesmo de um escritório administrativo, e o contrato reflete isso.

Próximo passo

Conte o seu cenário e receba uma proposta

Você fala direto com quem projeta a rede, não com um funil de triagem. Diga quantos usuários, quantos pontos e o que existe hoje — a partir disso montamos o escopo e a mensalidade.

Atendimento
Segunda a Sexta, 08h às 18h
Base técnica
R. Des. Pedro Silva, 2958, Coqueiros
Florianópolis/SC